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Pratos Tradicionais com Arroz

20 set

arroz-carreteiro-cremoso

 

Oi, gente linda!

Vocês já pararam para pensar na quantidade de pratos tradicionais brasileiros que levam arroz? Hoje resolvemos listar alguns destes maravilhosos pratos.

  • Baião de Dois

    O nome é quase auto explicativo. Independente das variações, o que não pode faltar no baião é o arroz e o feijão.

  • Carreteiro

    Feito com carne de sol ou charque, o arroz de carreteiro é um prato típico dos tropeiros. Eles sempre tinham carne curada consigo nas viagens e ao incorporar ao arroz, fazia-se uma refeição completa. Hoje, se tornou um prato típico do sul do país e muitas vezes é feito com carne picada ou moída ou mesmo aproveitando sobras de churrasco.

  • Maria Isabel

    Muito semelhante ao carreteiro sulista, trata-se também de carne seca com arroz cozidos numa mesma panela. Nesse caso, a intenção do prato, a princípio, era fazer render.

  • Galinhada

    Não se sabe se foi em Goiás, Minas Gerais ou em São Paulo que se inventou a galinhada. Mas é certo que o prato nasce da mesma filosofia do carreteiro. Além de permitir que se reaproveite todas as partes da ave, garante que muito mais gente possa comer a “mistura” – nesse caso, o frango. Tanto que há versões onde a carne da ave é desfiada, para render mais.

  • Mexidinho

    É típico de Minas Gerais e interior paulista, mas é preparado em todo o Brasil. No Mexido, junta-se ao arroz sobras de carne e legumes da refeição anterior e literalmente mexe-se. Daí o nome, mexido. Geralmente é finalizado com ovos mexidos ou mesmo um ovo frito.

  • Arroz de suã

    Suã é um corte pequeno extraído do porco, localizado bem próximo ao lombo, no começo da costela. Na região Centro-Oeste costuma ser preparado junto com o arroz, numa mesma panela. No preparo, a carne temperada é braseada (cozida com pouca água) até que pegue bastante cor. Depois o arroz é cozido junto com a carne, pegando todo o sabor do porco.

  • Arroz Lambe-Lambe

    O Arroz Lambe Lambe é um famoso prato caiçara, consumido principalmente no litoral do Sul e Sudeste. Como quase todos os arrozes citados, ele descende ele também dos colonizadores, mas as carnes dão lugar aos mariscos cozidos junto com o arroz e temperos frescos. Para comer, usa-se diretamente as mãos, abrindo as conchas e lambendo o arroz que está dentro delas – daí o nome do prato.

  • Arroz de Puta Rica

    Reza a lenda que antigamente, nas famosas “casas de tolerância” goianas, ao final do dia as mulheres que ali trabalhavam preparavam um arroz aproveitando as sobras da geladeira, inclusive servido aos frequentadores. A receita ganhou fama – tanto que levou uma rica cafetina francesa a fazer a sua versão mais nobre, com linguiça, frango, costelinha e legumes. As receitas acabaram ganhando lugar de destaque na culinária goiana e hoje são uma tradição.

  • Arroz de Cuxá

    Amado pelos maranhenses, o Arroz de Cuxá tem como principal ingrediente as folhas de vinagreira. O nome que vem do tupi, faz analogia ao sabor azedo das folhas. Também leva camarão seco, pimenta-de-cheiro e temperos como alho, cebola e cheiro verde.

  • Arroz de Hauçá

    Típico do Nordeste, principalmente da Bahia, o Arroz de Hauçá, tem origem africana e faz parte das comidas de santo nos rituais religiosos do Candomblé. Na receita, o arroz é cozido sem óleo e em bastante água, até quase desmanchar e formar uma papa. Vai à mesa escoltado de camarões secos, carne seca frita e alho e cebola. Geralmente acrescenta-se pimenta malagueta no prato.

  • Arroz de Pato com Tucupi

    O Pato no Tucupi é um prato tradicionalíssimo no norte do Brasil. Um ensopado onde a ave assada é cortada em pedaços e fervida no caldo amarelo e ácido da mandioca brava. Leva temperos como pimentas de cheiro e jambu, erva amazônica que adormece a língua. Para preparar o arroz, basta incluir o cereal nesse ensopado e deixar que ele cozinhe e absorva o sabor.

    Fonte: https://goo.gl/r27NRZ

A História do Arroz

22 ago

Oi, gente linda!

Dia 27/08 é comemorado o Dia do Arroz. Aqui a gente antecipa as comemorações para contar um pouco da história deste grão que é um dos favoritos dos brasileiros.

O cultivo do arroz é tão antigo quanto à própria civilização. Sua data e o local de origem exatos não são precisos. Alguns autores acreditam que ele venha da Ásia Sul-Oriental, região que inclui a China, a Índia e a Indochina. Evidências apontam que o arroz existe há cerca de 7000 anos. A maior referência de sua origem é do ano de 2822 A.C, quando em cerimônia do imperador da China, ele próprio semeava os grãos de arroz anualmente.

O nome do arroz também tem várias origens, pelos latinos, se chamava Oryza, os antigos gregos chamavam de Oruzon e Oruza, para os árabes era Eruz, Uruz, Rouz ou Arous, de onde derivou o nome arroz dos portugueses e espanhóis.

Na Europa, a introdução do arroz na cultura de seus povos se deu pelos mouros no século VIII, na Península Ibérica. A partir daí, difundiu-se nos demais países. No final do Século XV, a cultura do arroz se difundiu nas regiões da Lombardia, Veneto e Piemonte.

Na América, não se tem certeza da época precisa do início do cultivo do arroz no continente. Mas, as informações que se têm datam de 1694 e em 1718, nos Estados Unidos.

No Brasil, a popularidade do arroz é indiscutível, mas ele só foi introduzido por aqui no começo do século IX, quando foi oferecido aos índios pelos portugueses em 1.500, de acordo com a carta de Pero Vaz de Caminha. O cultivo teve início com a colonização na na Capitania de São Vicente (1530-1540), para depois se espalhar por outras regiões do litoral e, especialmente, no Nordeste brasileiro.

Com a abertura dos portos por D. João VI, em 1808, é que o cereal começou a ser importado para o país, modificando os hábitos alimentares da população da época: o angu e a batata doce perderam seu posto para o arroz.

Em 1904, em Pelotas, surge a primeira lavoura empresarial. Em 1940, com 90% da população vivendo na zona Rural, o processo de beneficiamento era obtido através de pilões. Era preciso muito esforço para pouco rendimento, com baixos resultados.

Com o crescimento da população e da demanda de alimento, foram criados meios mais sofisticados que modernizaram a indústria de arroz, como o desenvolvimento genético, o aprimoramento do cultivo e tecnologias empregadas do plantio à colheita, o que reduziu significativamente o tempo de desenvolvimento e maturação da planta, e aumentou substancialmente a qualidade do grão, tanto na sua massa quanto na sua constituição nutritiva.

E há 46 anos temos a qualidade Codil em nossas mesas.

 

Risoto de Camarão

11 jul

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Oi, gente linda!

A culinária italiana é uma delícia, né? Então, hoje a nossa receitinha vem direto de lá, da Itália. É o Risoto de Camarão. A receita é fácil e gostosa. Aproveite!

INGREDIENTES

  • 6 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 cebola média picada
  • 1 colher (chá) de extrato de tomates
  • 2 xícaras (chá) de camarões médios
  • 1 colher (sopa) de temperos verdes picados
  • 2 xícaras (chá) de arroz
  • 1 xícara (chá) de vinho branco seco
  • 5 xícaras (chá) de água fervente
  • ¹/² copo de requeijão cremoso
  • Sal e pimenta a gosto

MODO DE PREPARO

  • Em uma panela, coloque 3 colheres (sopa) de manteiga e derreta
  • Junte metade da cebola e refogue até ficar transparente
  • Adicione os camarões e refogue até que mudem de cor
  • Acrescente os temperos verdes, o extrato de tomates e misture
  • Retire do fogo e reserve
  • Em outra panela, coloque o restante da manteiga e leve ao fogo para derreter
  • Junte o restante da cebola e refogue até ficar transparente
  • Adicione o arroz e refogue rapidamente
  • Acrescente o vinho, o sal e cozinhe apenas por 1 minuto, para que o álcool evapore
  • Junte a água, aos poucos, mexendo sempre, e cozinhe em fogo médio até que o arroz esteja al dente
  • Adicione o refogado de camarões, o requeijão cremoso e misture bem
  • Sirva em seguida.

Os vários tipos de Arroz

5 jul

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Oi, gente linda!

Hoje quando visitamos um supermercado, nos surpreendemos com a quantidade e variedade de cores e formatos na gôndola reservado para o arroz. Negros, vermelhos, para cozinhas espanholas, tailandesas, italianas e japonesas, além do mini-arroz e outros arrozes especiais. Ufa! É coisa demais, mas ainda assim, permanece a supremacia do agulhinha. Porém, estas novas variedades já compõem 2,1% das vendas do arroz.

Mesmo com a economia nacional em retração, o consumidor quer experimentar uma novidade gastronômica, principalmente pelas vantagens nutricionais e acaba investindo em um produto de valor mais alto e comercializado em porções menores que o pacote de 5 kg.

Vale destacar que a procura de arrozes especiais pelo consumidor se dá muitas vezes pela necessidade do produto na elaboração de uma receita, como o arroz arbóreo que é indicado para risotos, o arroz bomba para o preparo de paeja e o Arroz Codil Especial para receitas de galinhada. O valor destes pratos em um restaurante pode ser caro, por isso, acaba-se optando por fazê-los em casa, aí fica muito mais econômico, não é mesmo?

Aos poucos este mix de produtos vai tomando conta das prateleiras e quanto mais novidades vão surgindo, mas nós queremos experimentar.

Curiosidades sobre o Arroz

27 jun

Arroz

Oi, gente linda!

Vamos falar do arrozinho nosso de cada dia? Vamos enumerar aqui curiosidades sobre esta delícia que está presente em nossa mesa diariamente.

  • O arroz é uma planta da família das gramíneas, mesma família de capins e gramas. As gramíneas pertencem ao grupo das Poaceae, do qual fazem parte também o trigo, a cevada, o centeio e a aveia;
  • O arroz é o 3º alimento mais cultivado do mundo, ficando atrás somente do trigo e do milho;
  • A origem do arroz se deu no Japão, onde é cultivado há milênios;
  • A população mundial consome aproximadamente 600 milhões de toneladas de arroz por ano. Mais de 80% desse consumo acontece na Ásia;
  • Os cinco maiores produtores mundiais de arroz são: China, Índia, Indonésia, Bangladesh e Vietnã;
  • O estado brasileiro que mais produz arroz é o Rio Grande do Sul. As cidades com maior participação na produção nacional são Uruguaiana, Alegrete, Itaqui, Dom Pedrito e Santa Vitória do Palmar;
  • O arroz foi introduzido no Brasil Colônia, no século XVI;
  • No Japão, até o século XIX, algumas pessoas pagavam impostos com arroz;
  • Existe uma lenda da Malásia que conta a história do deus Konoingan que sacrificou sua única filha para que ela se transformasse em um alimento – o arroz;
  • Em locais remotos na China existe o hábito de oferecer tigelas de arroz cozido aos mortos para que eles possam se alimentar em sua viagem para o além;
  • No Vietnã, muitos camponeses optam por serem enterrados em seus arrozais e seus enterros são festas com canto, dança e distribuição de arroz;
  • Já os hani do sul do Japão preferem o silêncio nos arrozais, pois acreditam que os espíritos se assustam facilmente com o barulho e fogem dos campos, deixando a terra ali infértil;
  • A tradição de jogar arroz nos noivos veio da China, quando um poderoso mandarim fez com que o casamento de sua filha se realizasse sob uma chuva de arroz – o símbolo da fartura para os chineses;
  • A palavra ‘refeição’ na Tailândia significa “comer arroz”;
  • Para os árabes, o arroz surgiu de uma gota de suor do profeta Maomé;
  • Os japoneses – como outros povos orientais – comem arroz no café da manhã, almoço e jantar. Eles preparam até doces de arroz, como o moti doce. O saquê, uma das bebidas preferidas dos japoneses, também é à base de arroz;
  • Existem mais de 140 000 variedades de arroz. O preferido dos brasileiros é o arroz do tipo agulhinha, que é muito solto. Os japoneses, por sua vez, preferem o gohan, um arroz mais pastoso e grudento;
  • O arroz que pode ser considerado mais saudável é o integral, por conter maior quantidade de sais minerais, vitaminas e fibras, que são excelentes para o funcionamento do intestino.

Fonte: http://goo.gl/4qfO6Y

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